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POLÍTICA - Quem são os parlamentares da "bancada Bolsonaro" de MS

09 de outubro de 2018

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Mato Grosso do Sul terá cinco parlamentares do PSL (Partido Social Liberal), o partido do presidenciável Jair Bolsonaro, em 2019. Neste domingo, 7 de outubro, foram eleitos dois deputados federais, dois estaduais e uma senadora da legenda. Há quem admita que a “onda Bolsonaro” tenha dado uma “forcinha”.

Surpresa e estreante nestas eleições, a advogada Soraya Thronicke, de 45 anos, foi eleita para o Senado com 370.666 votos de Mato Grosso do Sul, mas rejeita a ideia de que venceu pelo “efeito Bolsonaro”.

“Não é apenas por causa do Bolsonaro, nós temos nosso valor. Não sou ‘caroneira’, muitos tentaram usar o Bolsonaro como aproveitadores, o que não foi nosso caso. Desde o início estávamos do lado dele, de forma genuína, já que estamos alinhados com seus ideias”, disse em entrevista no TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul) na noite deste domingo .

Nascida em Dourados, Soraya é casada e declarou ao ter patrimônio de R$ 10 mil em dinheiro (espécie). Ainda conforme o que foi declarado até esta segunda-feira (8) à Justiça Eleitoral, ela recebeu para a campanha R$ 45.501,00 e gastou com R$ 40.595,60 (despesas contratadas).

No Congresso – Para completar a bancada do PSL de Mato Grosso do Sul no Congresso Nacional, foram eleitos Loester Carlos Gomes de Souza e Luiz Ovando, também estreantes na função de parlamentar.

Natural de Campo Grande, o primeiro é empresário, de 36 anos, não fez a declaração de bens e nem prestou contas à Justiça Eleitoral ainda. Dono de lanchonete na Capital, Loester aparece com réu em quatro processos na Justiça do Trabalho. Em uma das ações, o eleito é acusado de demitir uma funcionária que estava grávida e descumprir acordo com a mesma.

Ele teve 56.339 votos (4,54%) neste domingo.

Também eleito para a Câmara Federal, o médico cardiologista nascido em Corumbá, Luiz Ovando, de 69 anos, teve 50.376 votos (4,06%). O candidato declarou ter R$ 489.262,25 em patrimônio, R$ 8 mil em recursos recebidos e R$ 6.730,50 gastos na campanha eleitoral.

No Legislativo estadual – Os dois candidatos mais votados para a Assembleia Legislativa também são do PSL.

Capitão do Exército Brasileiro e estreante na política, Renan Contar, de 34 anos, foi o recordista de votos para a Casa de Leis. Ele teve 78.390 votos (6,11%). Ele recebeu R$ 68.932,42 para a campanha e consta na declaração R$ 20.600,00 em despesas contratadas.

Carlos Alberto David dos Santos, o coronel David, foi o segundo mais votado. O ex-comandante da PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul) e ex-deputado estadual teve 45.903 votos (3,58%).

Tanto David quando Contar não negam que o amplo apoio da população a Bolsonaro também os ajudaram. “Foi a onda de combate à corrupção que está acontecendo não só aqui, mas em todo o Brasil”, disse o capital na noite de ontem.

Já o coronel afirmou que o PSL mostrou sua força nestas eleições. “Muita gente não acreditava e nosso partido cresceu muito em todo o país e também em Mato Grosso do Sul, tanto que além da votação expressiva para o Bolsonaro, conseguimos fazer os deputados estaduais mais votados, dois deputados federais, mostrando a nossa força e grandeza”.

David teve R$ 93.325,00 em doações e R$ 67.142,10 em despesas contratadas, segundo declarou.

Nacional – Em Mato Grosso do Sul, Bolsonaro teve 55,06% dos votos - 769.116 no total – contra 23,87% (333.407) de Fernando Haddad (PT).

No país, o candidato do PSL teve 49.275.360 votos (46%) e o concorrente do PT conquistou 31.341.840 votos (29,3%).

Na “onda Bolsonaro”, o PSL conseguiu fazer 4 senadores e 52 deputados federais, formando a segunda maior bancada na Câmara Federal, atrás somente do PT, que 56.

Fonte: Campo Grande News


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