Notícias

2003 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 

POLÍTICA - Governo acaba com obrigatoriedade de simulador para tirar carteira

14 de junho de 2019

1406_3

Contran também diminuiu de 25 para 20 horas número de aulas práticas

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, disse hoje (13) que o governo decidiu retirar a obrigatoriedade do uso de simuladores para a expedição da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A medida foi aprovada nesta quinta-feira (13) durante a primeira reunião do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Além de acabar com a obrigatoriedade do uso de simulador, o Contran também diminuiu de 25 para 20 horas o número de aulas práticas para os aspirantes a habilitação da categoria B.

“A gente já vinha falando ao longo do tempo e hoje estamos tirando a obrigatoriedade dos simuladores, que passam a ser facultativos. Será uma opção do condutor fazer a aula ou não. Se ele julgar necessário que aquilo é importante para a formação dele, de que não está seguro de sair para aula prática, ele poderá fazer. Se não quiser, ele não terá que fazer a aula de simulador”, disse o ministro.

O prazo para a implementação da nova regra é de 90 dias. Com a mudança, o condutor terá que obrigatoriamente fazer 20 horas de aulas práticas. Se optar pelo uso do simulador, serão 15 horas de aulas práticas e 5 horas no equipamento.

“O simulador não tem eficácia comprovada, ninguém conseguiu demonstrar que isso tem importância para formação do condutor. Nos países ao redor do mundo, ele não é obrigatório, em países com excelentes níveis de segurança no trânsito também não há essa obrigatoriedade. Então, não há prejuízo para a formação do condutor”, disse Tarcísio.

De acordo com o ministro, a medida visa reduzir a burocracia na retirada da habilitação. O ministro disse estimar uma redução de até 15% no valor cobrado nos centros de formação de condutores.

“Isso é importante para muito centro de formação de condutores que não possuíam o equipamento. Agora eles não vão precisar adquirir o equipamento ou fazer comodato e isso certamente terá um custo na carteira. As aulas de simulador têm um custo diferente, mas dá para estimar que a gente vá ter uma redução de até 15%. A ideia é deixar que o mercado defina isso”, disse.

Placas
O Contran também reafirmou as mudanças nas placas Mercosul. As alterações ainda estão passando por ajustes técnicos e devem entrar em vigor até o final do ano. Com isso, o prazo para a implantação do novo modelo em todo o país, que era 30 de junho, foi adiado.

Entre as mudanças estão a eliminação de alguns elementos gráficos e a adoção de um QR Code, um tipo de código de barras bidimensional que pode ser ativado por telefones celulares equipados com câmera e outros equipamentos.

O código trará informações mais precisas, a exemplo do local de produção da placa, o estado onde ela foi encaminhada, o veículo emplacado, entre outras informações. Segundo o diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Jerry Dias, o objetivo é garantir mais segurança na identificação do veículo, com todo o processo produtivo passando por um rígido controle.

“O mais importante é que a nova placa possibilita um controle de todo o processo de emplacamento o que minimizará o risco de clonagem de placas. Com isso será possível saber onde a placa foi produzida, qual empresa fez, para onde foi encaminhada e em qual veículo ela está,” disse.

Segundo Dias, as mudanças visam dificultar a clonagem de placas e facilitar a fiscalização. “Aumentando a rastreabilidade, vamos dificultar a clonagem. A nova placa não tem condição de ser feita em qualquer lugar, alguém pode até tentar fraudar, mas isso vai ser descoberto na fiscalização, uma vez que não tem como reproduzir o mesmo código. Uma placa que não foi utilizada e for furtada, poderá ser cancelada antes que venha a ser usada em algum veículo. O controle é nacional”, disse Dias.

No Brasil, a placa começou a ser adotada em setembro do ano passado no Rio de Janeiro, no Amazonas, na Bahia, no Espírito Santo, no Paraná, no Rio Grande do Norte e no Rio Grande do Sul. Segundo o ministro, não haverá obrigatoriedade para que os proprietários de veículos troquem de placa.

“Ninguém vai ser obrigado a trocar de placa. Os carros que estão com as placas antigas, permanecem. Os carros novos é que terão a placa nova. Não vai ter ônus adicional”, disse.

 

0011supergasbras710

Fonte: Agência Brasil


Comentários










Digite o código abaixo:

Trocar imagem


Essa notícia ainda não foi comentada.


« anterior [1] 2 3 4 5 6 7 8 próximo »
23/07/2019 - EDITAL DE PROCLAMAS N° 258023/07/2019 - PARANAÍBA - Paranaíba recebe R$500 mil para investimentos na saúde23/07/2019 - ECONOMIA - Abono do PIS/Pasep começa a ser pago nesta quinta23/07/2019 - ECONOMIA - Governo trabalha para evitar paralisação de serviços, diz secretário23/07/2019 - GERAL - Celular do ministro Paulo Guedes é hackeado22/07/2019 - POLÍTICA - Bolsonaro diz que apoia suspensão da tabela do frete22/07/2019 - GERAL - Ministro pede que ANTT suspenda novas regras para frete mínimo22/07/2019 - ECONOMIA - Com crise econômica, previdência privada vive momento de estagnação22/07/2019 - ESTADO - Reinaldo veta lei que criava site para registrar maus-tratos a animais22/07/2019 - INTERNACIONAL - Ataque violento contra manifestantes gera revolta em Hong Kong22/07/2019 - SAÚDE - Número de pacientes com hepatite cresce 20% em 10 anos no Brasil19/07/2019 - CHAMADA - ALTERAÇÃO DE TITULARIDADE AQUA GRANDE19/07/2019 - CHAMADA PÚBLICA DA ESCOLA ESTADUAL WLADISLAU GARCIA GOMES19/07/2019 - ESPORTE - Barcelona vai oferecer R$ 420 milhões mais dois jogadores por Neymar19/07/2019 - GERAL - Operação da Receita Federal identifica grupo que sonegava impostos19/07/2019 - POLÍTICA - Governo lista 47 ações realizadas em 200 dias de gestão 19/07/2019 - GERAL - Distribuidoras poderão vender gás de cozinha diretamente ao consumidor19/07/2019 - INTERNACIONAL - Pedidos de refúgio aumentam 6% na Alemanha19/07/2019 - EDUCAÇÃO - Canditados na lista de espera do ProUni devem comprovar informações19/07/2019 - ESTADO - Justiça concederá danos morais a paciente que aguardar mais de 60 dias por radioterapia